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IN PASSIONE ET MORTE DOMINI

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O Choro da Bala Perdida

Dom Lourenço Fleichman OSB Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias há mortos, há dramas, há choro. A população da cidade e do país fica submetida a uma série de pressões, de stress, de medos. Vivemos assim e, como em toda guerra, procuramos levar a vida dentro de certa normalidade. Acontece que, invariavelmente, essas situações dramáticas apresentam cenas muito parecidas, eu diria mesmo repetitivas, diante do olhar distraído de todos, sem que as pessoas pareçam saber como lidar com elas.     ​Os personagens do drama Procuremos acompanhar o fato: Em razão de alguma investigação, ou de algum chamado emergencial, ou por alguma denúncia, policiais entram nesses becos dominados por bandidos, pelo tráfico de drogas, de poder, de influência. Invariavelmente são recebidos a bala! Eis, pois, dois personagens iniciais do nosso drama: bandidos e policiais. Se fosse um jogo de crianças, chamariam de “…

Descansar em qual paz? (Ou mais sobre juízos e juízes First Blood Part III...)

Poderei desejar um"descanse em paz" em memória de um falecido cuja fama lhe atribuem por ter defendido princípios ateístas em nome da ciência? E que paz é essa pela qual a comunidade cientifica internacional estaria engajada? Como se pode ter "a paz pós-morte" se simplesmente, segundo os ateus mais fervorosos, a consciência elimina-se junto com o fim da matéria? Poderia dizer: "vai na paz de Deus" a alguém que morreu sem crer objetivamente nesta paz? Não, absolutamente. Não, é a resposta para todas essas perguntas porque a paz da "ciência" não é a mesma paz dos cristãos. Em outras palavras, não é a ciência que dá paz à consciência
E mesmo antes do último suspiro, duvido muito que Hawking tenha "descansado em paz" sem sequer ter cogitado a idéia de seus olhos abrirem em outro lugar. Para um descrente total do céu, purgatório e inferno não existe Deus, porém existe a imagem de uma tranquilidade eterna após a transformação de sua mente e…

O problema de "evangelizar" católicos conciliaristas nas redes sociais. É possível?

Pense que se está diante de uma feira comum de alimentos e frutas em geral; e que feirantes gritam uns com outros em razão de disputar suas mercadorias. Em que sua direita está um carro de som de publicidade que não para de anunciar o candidato a prefeito da cidade; e à sua esquerda, pode-se ouvir o seu vizinho em um outro carro, ouvindo o mais irritante som de Reggae de todos os tempos, no volume máximo. Será que daria para bater um papo com um amigo em um lugar assim? Não, não é mesmo?
Algo parecido é o ambiente de  Facebook. Existem certamente pessoas bem intencionadas com perfis no Facebook, e de fato, conheço algumas.  Mas se deseja converter aquele seu amigo conciliarista que não falta uma reunião da RCC e é devoto da Madre Teresa de Calcutá, com postagens demasiadas  resumidas sobre o modernismo que impera na Igreja ou escrever um trecho de três parágrafos sobre a modéstia, usando frases de Santo Afonso de Ligório, para aquela romântica dos jeans rasgados da paróquia, ou falar…

Documentário que denuncia a mídia americana sobre a farsa do 11 de setembro (September Clues)

Entenda que um avião comercial (precisamente, um boeing de modelo 757) é, basicamente, feito de aço, alumínio e titânio. Imagina então, se este mesmo avião com esta descrição de estrutura, voa baixo em uma velocidade de aproximadamente 860 km/h; atravessa um prédio reforçado com várias estruturas de vigas de aço, sem que partes da fuselagem do avião caiam no solo. Houston, acho que temos um problema...físico.

Palavras de um bom pastor.

Nesta mais recente alocução dedicada ao ano da Misericórdia, "decretado" pelo Papa Francisco, Sua Excelência Dom Fellay, mostra-nos o caminho da verdadeira misericórdia.

http://www.fsspx.com.br/carta-aos-amigos-e-benfeitores-n-84/

Para não dizer que não falei do carnaval...

Por que não a missa tridentina?

O  vídeo referido já tem cinco anos, mas a mensagem é atual. Assistam!