domingo, 31 de maio de 2009

"Formas de amor"

Certa vez, lembro que tratei de um artigo de autoria de Sua Excelência Dom Williansom no blogue antigo, que desbaratinava o caso de pedofilia dos padres nos EUA. Com eloqüência e conhecimento do infeliz caso que ocorreu naquele país (para aqueles que não sabem, ele já dirigiu um seminário por lá) Dom Williansom revela a má fé e principalmente a manobra ideológica da mídia, sempre pronta a defender a causa gay, em usar a “cautela” quando fosse se dirigir aos pedófilos, mesmo se esses fossem padres. É que na época, muitos desses padres, praticava suas imoralidades com adolescentes do mesmo sexo, quero dizer, com rapazes. É uma pena que não consegui encontrar o link no site Permanência para disponibilizá-lo aos leitores, onde o artigo estava publicado.

Mas por quê estou a recordar isto? Well, um comentário de um anônimo fez-me providenciar uma resposta adequada, baseada em argumentos, coisa que o tal anônimo, perdeu a oportunidade de o fazer. Em vez disso, limitou-se a fazer dois questionamentos emotivos e aleatórios, que prefiro respondê-los de outra forma.

O anônimo, pelo que parece, defende a causa homossexual e suas variadas “formas de amor”, pois diz ele que “a opção sexual é de cada um e ninguém tem que intervir nisso”. Ele ou ela, porém interveio eletronicamente contra o que eu escrevi, interveio a favor das “formas de amor” dos homossexuais e seus derivados, onde se inclui a tão combatida pedofília, como denunciou Dom Williansom. O termo homossexualismo é antes de tudo um conceito, na Sagrada Escritura, os homens que deitavam com outros homens eram chamados efeminados. A etiqueta ideológica gravada em quem reprova o homossexualismo é a homofobia (medo de homem?) O fato, gostem os defensores do gayzismo ou não, é que a humanidade só existe por causa da união procriativa entre homem e mulher, fora disso é aberração e anormal. E homem e mulher não são conceitos, eles são formados biologicamente para a procriação, estão dentro da realidade e da verdade. O homossexualismo no campo da política, é puro liberalismo, no campo da moral é pura libertinagem. No entanto, no campo da razão nunca foi liberdade, em sentido algum. Logo o homossexualismo é um amontoado de conceitos interligados (ex: homofobia, pedofilia e etc) que preconizam a mentira.

Sei que provavelmente não irá adiantar, mais pergunto para o anônimo defensor do homossexualismo, e para quem quiser ler. O pedófilo tem opção sexual também? Ou será que existe um preconceito contra ele? Muitos pedófilos são homossexuais, bissexuais e etc. Pois se a questão for reduzida a uma opção, orientação ou escolha sexual, e não mais discutida no âmbito da razão, da ciência (sensata, é claro) e da moral, o pedófilo fez a escolha dele, que é gostar de criancinhas e adolescentes de ambos os sexos, é mais uma “forma de amor”. Disponibilizo alguns links da internet que demonstram as práticas homossexuais que são geralmente conceituadas como pedofília, para os senhores e senhoras defensores do homossexualismo analisarem:


Como todo vício carnal e desvirtuamento moral, a "tendência" homossexual pode e deve ser evitada. A solução é levar uma vida de castidade e oração, não tem outro jeito. E isso só será possível com um desejo de conversão sincera, porque essas “formas de amor” não passam de ilusões midiáticas e de prazeres, basta ler o que diz as Sagradas Escrituras em diversas passagens, elas são abomináveis aos olhos do Criador. Não é de minha índole recomendar passagens bíblicas ou citá-las no blogue, mas para aqueles que desejam ardentemente uma conversão a Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual não há salvação, sobretudo àqueles que querem livra-se das garras do homossexualismo, peço que dêem uma procurada em I Coríntios 4, 9-10 e Romanos 1, 25-27.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O estado de necessidade ainda necessário

Ainda vivemos o estado de necessidade, enquanto a isso, não tenho nenhuma sombra de dúvidas. Com a palavra, Sua Excelência Bispo Alfonso de Galarreta em entrevista para a Revista Iesus Christus:

“Nosso combate não encerra com o Motu Proprio. O estado de necessidade vem da mudança da fé, da introdução de doutrinas radicalmente opostas a Tradição e a Fé católica. Neste sentido o problema segue sendo exatamente o mesmo e não mudou. Se houve alguma melhora de atitude da Igreja oficial a respeito da liturgia tradicional, de nenhum modo houve uma resolução do problema doutrinal da Missa. O estado de necessidade segue exatamente igual porque a questão da fé segue existindo”. (ver a entrevista completa aqui)

É claro, é preciso entender o contexto do discurso (ou da entrevista), por um lado, Dom Galarreta não nega a eficácia do Motu, mas por outro, ele não consegue ver uma solução da liturgia com a existência de dois ritos distintos e que no âmbito da teologia, doutrina e fé contrapõem-se entre si. Então, ele coloca a questão propositivamente, da qual, ele expressa a realidade de uma melhora , que evidentemente não é uma cura.

Para o mal, não há meio termo, tolerância zero para o modernismo instalado na Igreja. Há equívocos, há erros, e desgraçadamente há o “ecumenismo” na agenda do Vaticano, e a missa nova.

Não é a questão de julgar o Papa, não. E mesmo se o fosse, muitos papas tem sido julgados pelos seus comportamentos e atitudes durante a história. Julgar não é necessariamente emitir sentenças. Pois só julga quem tem juízo, se o julgamento é justo ou não, aí é outra coisa. Os leitores que me acompanham sabem da minha postura, não entro na enrascada da acusação irresponsável e perigosa dos sedevacantistas contra o Santo Padre. O que fazem os sedevacantistas é um parecer, julgamento e condenação. Uma tríplice idiotice de quem se outorga teólogo de internet.

O que está sendo discutido, é a vigência do atual governo da Igreja conciliar. Se o Papa vai condenar os erros conciliares nas aguardadas discussões doutrinarias, não se sabe. Devemos estar atentos, continuar rezando e confiando.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

PLC 122/2006- A ditadura homossexual nos ameaça

Estou sem tempo para escrever algo extenso e detalhado sobre isso, mas é importante que os católicos estejam cientes dos tempos difíceis em que nós vivemos. Um projeto de lei PL 6.418/2005 que trâmita na Câmara dos deputados, já a quase dois anos, pretende calar a boca de quem ousar criticar o homossexualismo e todas as suas denominações.

É realmente uma mordaça gay, uma ofensiva demoníaca contra os católicos e contra quem se opuser a "lei". Peço aos católicos, antes de tudo, que rezem muito! Façam penitência! Rezem a cruzada do Rosário pedido por Dom Fellay. Rezar e fazer penitência! Foi o que Nossa Senhora pediu em Fátima. E que escrevam aos senhores deputados, a aqueles que ainda mantêem algum príncipio cristão, para que desistam dessa lei nojenta, vergonhosa, repugnante e autoritária. Eles que se dizem democráticos, estão querendo forçar uma lei anticonstitucional, contra a liberdade de expressão e a liberdade religiosa criada e reivindicada por eles mesmos. Peço também a mobilização dos católicos blogueiros!

Nossa Senhora de Fátima rogai por nós!
Atualização do dia 12/11/2009
Com as alterações e acréscimos, o sinistro projeto passa a ser chamado PLC. 122/2006.

sábado, 9 de maio de 2009

Racismo e incoerências contra brancos (visões caolhas de um governo socialista lulalesco)

Frases que não dizem nada para eles..afinal de contas, para o socialismo do governo Lula, as "minorias" são os únicos brasileiros que realmente importam, teoricamente falando.

O Presidente Lula, no encontro com o primeiro ministro britânico Gordon Brown (brown=marron, imaginei Lula sendo informado pelos seus assessores sobre a tradução, suspirando de alívio e pensando assim:"pelo menos o sobrenome dele presta"!), afirma com toda convicção, que os responsáveis pela crise mundial são homens brancos de olhos azuis. Logo após as essas belissímas declarações, respondeu aos jornalistas as insinuações de defender uma ideologia, afirmando numa justificativa "pobretona" como ele, que vê preconceito apenas nos imigrantes (que belo argumento que só ele vê como argumento) e que não conhece nenhum banqueiro índio ou negro (eu também não conheço nenhum banqueiro judeu, no entanto...)


Já a Ex-Sra. Ministra (ex porque o escândalo dos cartões corporativistas no qual estava envolvida a fez renunciar o cargo) diz que: "Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, política ou numérica coíbe ou veta direitos de outros (e eu que pensei que racismo tivesse relacionado a raça ou cor da pele). A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural.."(Ok, então porque existe a Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial? Para defender o que apenas é "reação natural" de todas as raças? Acho que não.


O Sr. Marcos Farias de Almeida, antropólogo representante do Ministério Público declarou que o assassinato de indiozinhos é "uma prática cultural repleta de significados" (ver matéria da revista Veja) É dificil quando um antropólogo consegue ver cultura numa morte seletiva de crianças indigenas completamente inocentes. Ele acharia normal quando um determinado grupo de homens brancos resolvessem sair matando deficientes físicos só porque a cultura ariana preconiza isso? Imagine então se esses deficientes físicos fossem indios ou negros.. Será que ele acha que a Inquisição era uma prática cultural dos católicos que continha algum significado? É claro que não.

Visões de um olho esquerdo doente....com o direito completamente cego.

sábado, 2 de maio de 2009

Dom Williamson e as discussões difíceis


Discussões difíceis

Do Bispo Tissier de Mallerais falando em Paris, ouvimos os termos fixados para as discussões doutrinais que darão lugar entre a Fraternidade Sacerdotal São Pio X e as autoridades da Igreja em Roma. As discussões serão por escrito, o que é sábio, a medida que há menos espaço para a paixão e mais tempo para pensar. Também não serão feitas em público, uma provisão com que melhor elimina a "torcida" para ambas as partes, por outro lado é saber jogar enquanto público, porque lá não haverá público presente.

De Roma ouvimos que o impulso ao entendimento Roma-FSSPX gerado pela "recomunhão" dos quatros bispos da FSSPX em Janeiro pelo o Papa, foi seriamente interrompida pela a desconfiança gerada pela a mídia no tumulto de Janeiro a Fevereiro, tumulto no qual eu fui designado a termina-lo. Ainda subjetivamente falando, existe evidentemente uma boa vontade por parte do Papa em relação a FSSPX, e não má vontade por parte da FSSPX em relação a pessoa do Santo Padre.

O problema para essas discussões é que, objetivamente falando, como em qualquer uma das partes pode haver uma certa relutância em admitir, nós estamos na presença de uma irreconciliável batalha entre a religião de Deus e a religião do homem. O Vaticano II é o misto dos dois, onde predomina a religião do homem. Digamos que Bento XVI quer combinar o Vaticano II com a Tradição Católica. Que é ainda a religião do homem por um quarto. Suponhamos agora que a FSSPX e Bento XVI estão de acordo em chegar a metade do caminho com as duas. Ainda representaria uma oitava da religião do homem misturada com sete oitavas da religião de Deus, que aos efeitos de Deus Altissímo seria ainda um predominante oitavo.

Porque assim como se leva uma pequena desprorpocionalidade entre a água misturada a um tanque cheio de gasolina (ou petróleo) para evitar a morte de um motor de carro, então leva uma pequena mistura de idolatria para evitar a morte da verdadeira religião de Deus. O Senhor Deus nos diz, Ele é um Deus ciumento (Exod. XX, 5; etc.), e não tolerará nenhum deus falso ao Seu lado. Ninguém na FSSPX poderá ser tentado a cultuar com os neo-modernistas, como qualquer neo-modernista poderá desejar cultuar com os católicos. O Profeta Elias no Antigo Testamento disse a hesitação dos israelitas, "Quão distante vós estareis dos dois lados? Se é o Senhor Deus, seguem-O: mas se for Baal, no entanto seguem-o." Escritura (III Reis, XVIII, 21) e continua , "O povo não respondeu uma palavra".

Subjetivamente, os israelitas querem estar dos dois lados. Objetivamente, isso é impossivel. Para nós também. Kyrie Eleison.

Fonte: Dinoscopus