terça-feira, 30 de junho de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Candeia Debaixo do Alqueire


Uma divulgação mais do que necessária ( dessa vez obrigatória) por se tratar de um livro de Padre Calderón da FSSPX, expert em teologia católica. Convoco aos leitores comprarem ou divulgarem esse tesouro para a alma e sabedoria para a inteligência.

Mais sobre o livro, ver o blogue Contra Impugnantes

Parada Gay: um festival de malversação do dinheiro público

Ultimamente, temos nos deparado com um festival de malversação do dinheiro público com a odiosa destinação de recursos do Estado para a realização de paradas gays por todo o país. O pretexto basicamente utilizado como justificativa para essa bandalheira é o de que ali costuma se promover um “evento cultural”.

Ora, a última coisa que se promove ali é a cultura, senão o que ali acontece é tão somente um evento político regado a drogas, vandalismos e baixarias a céu aberto. Isto porque cultura é um conceito que não pode ser distorcido para favorecer grupos políticos em detrimento da sociedade.

Cultura “indica o produto dessa formação [do homem], ou seja, o conjunto dos modos de viver e de pensar cultivados, civilizados, polidos, que também costumam ser indicados pelo nome de civilização.” (ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.) (grifei)

Segundo Ortega y Gasset, a cultura é (ou é como) "um movimento de natação", um bracejar do homem no mar sem fundo de sua existência com o fim de não afundar, uma tábua de salvação pela qual a insegurança radical e constitutiva de existência pode transformar-se provisoriamente em firmeza e segurança. Por isso, a cultura deve ser, em última análise, o que salva o homem de seu afundamento.” (MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia - Tomo I. São Paulo: Loyola, 2004.) (grifei)

É um acinte à inteligência do homem comum deformar o entendimento do que seja cultura para justificar a pornéia e a politicagem. Destinar recursos públicos para financiar a parada gay compromete a moralidade pública e caracteriza-se visivelmente como um desvio de finalidade, pois a atuação do Estado deve se pautar inteiramente na lei e no interesse público:

“O desvio de finalidade ou de poder verifica-se quando a autoridade, embora atuando nos limites de sua competência, pratica o ato por motivos ou com fins diversos dos objetivados pela lei ou exigidos pelo interesse público. O desvio de finalidade ou de poder é, assim, a violação ideológica da lei, ou, por outras palavras, a violação moral da lei, colimando o administrador público fins não queridos pelo legislador, ou utilizando motivos e meios imorais para a prática de um ato administrativo aparentemente legal.” (Hely Lopes Meirelles, Direito Administrativo Brasileiro, 22ª edição, Malheiros Editores, 1997, p. 96) (grifei)

Na mesma obra, podemos extrair que moral administrativa é “imposta ao agente público para sua conduta interna, segundo as exigências da instituição a que serve e a finalidade de sua ação: o bem comum”. (Ibidem, p. 83)

A lição de JOSÉ CRETELLA JÚNIOR sobre a imoralidade administrativa, passível de ser combatida por meio da ação popular, é segura e tem inteira aplicação à hipótese em tela. Ensina o consagrado jurista que quando o ato administrativo é lesivo à moralidade comunal, ele pode ser atacado pela ação popular, verbis:

“Se prefeito brasileiro permitisse que se implantassem no município, bairros, como os que existem na Holanda (Amsterdan) e na Alemanha (Hamburgo), as ruas “de vitrines de luz vermelha”, na primeira e o bairro de Sancti Pavli, na segunda, poderia ter seu ato lesivo à moralidade comunal, atacado pela ação popular.” (Apud, “Os ‘Writs’ na Constituição de 1988”, Forense Universitária, pp. 130/131) (grifei)

Chegamos, por fim, ao entendimento do que seja “bem comum”:

“Ao se afirmar, portanto, que a sociedade humana tem por finalidade o bem comum, isso quer dizer que ela busca a criação de condições que permitam a cada homem e a cada grupo social a consecução de seus respectivos fins particulares. Quando uma sociedade está organizada de tal modo que só promove o bem de uma parte de seus integrantes, é sinal de que ela está mal organizada e afastada dos objetivos que justificam sua existência.” (Dalmo de Abreu Dallari, Elementos de Teoria Geral do Estado, 23ª edição, Editora Saraiva, 2002, p. 24) (grifei)

Sistematizados todos esses conceitos, podemos extrair, em síntese, que a atividade do administrador público não pode estar desorientada da moral administrativa, do interesse público e do bem comum, sob pena de violar a lei e incorrer em desvio de finalidade.

Dura questão é querer então conciliar o fundamento segundo o qual o financiamento público às demandas políticas egoísticas do movimento gay atenderia ao bem comum.

Primeiro porque a sociedade, em sua ampla maioria, rechaça as demandas políticas do movimento gay. A última pesquisa do Datafolha, divulgada em 2007, revela que “52% dos entrevistados são contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo e 49% é contrária à legalização da união civil entre homossexuais.” [1] Como, pois, afirmar que um evento que celebra o homossexualismo e suas demandas políticas pode ser condizente com as exigências do bem comum, se a ampla maioria rejeita suas demandas políticas? Que interesse público há, portanto, em hostilizar a moralidade média do brasileiro? Este tipo de ato administrativo, baixado para o financiamento da Parada Gay, está claramente desorientado do bem comum, por se destinar a dar visibilidade às demandas egoístas de um movimento político. A Parada Gay não é um evento cultural, mas um espetáculo de horrores destinado a atender às demandas políticas dos homossexuais.

Mas não é só. Não nos detenhamos apenas ao que a maioria pensa, mas tenhamos uma visão objetiva sobre a prática homossexual. A prática do homossexualismo não pode servir de exemplo, e muito menos ser “glamourizada” como manifestação cultural, pois seus malefícios à saúde pública são visíveis. Basta lançar os olhos sobre os dados de infectados pelo vírus da AIDS de qualquer boletim epidemiológico e constatar-se-á que os homossexuais embora perfaçam apenas 1 a 2% da população em geral, representam, porém, cerca de 19% do universo dos infectados. Não bastasse isso, os heterossexuais, que constituem 99% da população, representam apenas 45% dos infectados, ou seja, eles são mais do que 40 vezes mais propensos a se infectarem através de suas práticas do que os heterossexuais [2]. Isto, per si, basta para comprovar que a prática homossexual conduz necessariamente à destruição e, portanto, não deveria jamais ser celebrada como um “evento cultural”.

É de toda prova que o homossexualismo é um mal. Não porque simplesmente a Igreja Católica entende assim. É um mal porque contrário não só à lei natural, mas porque desfruta de um caráter destrutivo. Como lembra Platão, "tudo o que destrói e corrompe é mau, ao passo que o que salva e preserva é bom" (A República, ed. Martin Claret, 2002, p. 308). Diante deste conceito platônico, remeto o leitor ao conceito de cultura de Ortega y Gasset, citado anteriormente.

Não podemos entender a Parada Gay como um evento cultural, mas uma manifestação política, onde requer o movimento gay maior visibilidade para granjear apoio às suas demandas políticas egoísticas às expensas da sociedade como um todo.

Fonte:http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2009/06/parada-gay-um-festival-de-malversacao.html

ps: grifo vermelho meu: opinião do autor

sábado, 20 de junho de 2009

Ataques, sugestões e conselhos


Resolvi dar uma passadinha na conta antiga de email do meu outro blogue (já excluido por mim, é bom ressalvar!), que dificilmente acesso, e eis que encontrei isso:

"Caro Rick, seu site é totalmente herético e vc, infelizmente, de um orgulho impar, critica sem a mínima vergonha de estar jorrando asneira: Santos, Papas, Concílios, Movimentos; chama de heréticos a Santos canonizados e cultua heréticos excomungados como santos.

Minhas sugestões para você são duas:

1º (rezo para que seja a escolhida) Leia 1000 vezes por dia o texto de Santo Agostinho que está na sua página inicial seguido da recitação do Santo Rosário (completo, não esqueça dos Mistérios Luminosos), peça para Virgem Maria, nossa Mãe Misericordiosa, que por sua intercessão, o Espírito Santo lhe dê a graça da humildade e lhe ilumine a inteligência.

2ª Caso não se arrepender e continuar com estas idéias, seja coerente, mude de religião, ninguém é obrigado a ser católico, mas se o é respeite os "Dogmas" e a "Tradição", ou melhor ainda - FUNDE UMA RELIGIÃO - vc pode até ter uma surpresa na hora de "embarcar", mas até lá será um orgulhoso rico".

Essas e outras preciosidades, tenho recebido com certa frequência na caixa de comentários, e faço questão de torná-las públicas, para o "delírio" das pessoas que escrevem e mais ainda para o divertimento dos tradicionalistas. Percebem que essas pessoas muitas vezes não são capazes de perceberem o que escrevem ou o que estão enviando? Como explicar tamanha falta de raciocínio lógico ou bom senso? Mesmo se não for católico, sei que isso é possível para alguém com um mínimo de intelectualidade apurada.

Mas não, tenho a leve impressão de que sentem um prazer, quase um autoflagelo militante, de enviar conselhos tão típicos de gente non sancta, para não dizer, “cousas feias”. É a realidade da crise na fé que os católicos atuais não compreendem, são movidos pelo liberalismo católico do qual falava Mons. Marcel Lefebvre (ora pro nobis..ops! cometi alguma idolatria?) em sua brilhante obra Do liberalismo a Apostasia, disponível para os católicos na internet.

Infelizmente, não é todo mundo que tem esse discernimento de ler, nas entrelinhas, em sites católicos ou em quaisquer livros católicos da década de 30, 40 e etc. Pois os bons livros católicos, hoje, praticamente já não existem. Por isso que é urgente que os católicos conheçam sua religião, sua história, sua causa, investigando nesses velhos e bons livros católicos, empoeirados e surrados nos sebos ou alfarrábios, ou buscando livros reeditados na internet, as razões e motivos das críticas e protestos destes "cismáticos". Senão irão continuar a enviar ataques medíocres e conselhos contraditórios desta categoria.

Acredito muito na sinceridade das pessoas, e de certos católicos (julgo pelo teor sincero do neocatólico que enviou-me este email), só precisam serem mais sinceros consigo mesmos, para não passarem vergonha. De resto, não posso fazer mais nada, só rezar, pois é, só rezando.

Ah, escolhi a primeira, mas você não espera que eu reze os mistérios luminosos não é?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Arquivista do Vaticano acha ter esclarecido o “segredo” dos templários: eles veneravam o Santo Sudário



Uma ciência que se ouve mencionar pouco é a Diplomática, ou “corpo de conceitos e métodos com o objetivo de provar a fidedignidade e a autenticidade dos documentos. Ao longo do tempo ela evoluiu para um sistema sofisticado de idéias sobre a natureza dos documentos, sua origem e composição, suas relações com as ações e pessoas a eles conectados e com o seu contexto organizacional, social e legal”.

Essa ciência apresentou resultados que darão para falar.

Em artigo estampado no quotidiano vaticano "L’Osservatore Romano" Barbara Frale, investigadora do Arquivo Secreto Vaticano defende que, segundo os documentos que possui a Santa Sé, os cavaleiros da Ordem do Templo custodiaram e veneraram o Santo Sudário no século XIII. A versão segundo a qual eles adoravam uma cabeça barbada não teria passado de uma difamação. Esta foi promovida pelo iníquo rei da França Felipe IV o Belo com a intenção de fechar a Ordem e confiscar seus bens.

O fechamento aconteceu em 1307 com a anuência do Papa Clemente V. Após um polêmico e expeditivo processo, Jacques de Molay, Grão Mestre templário foi queimado vivo em Paris com mais 137 monges-guerreiros. Eles protestaram inocência até o fim. Os bens da Ordem foram confiscados por reis e eclesiásticos.

A autora do artigo especializou-se na polêmica existência dos templários. O caso ainda hoje faz correr abundante tinta. O artigo da Dra. Frale “Os templários e o Sudário – Os documentos demonstram que o tecido lençol foi custodiado e venerado pelos cavaleiros da Ordem no século XIII” é uma antecipação do seu livro que sairá a público no próximo verão europeu.

Frale já publicou “L’ultima battaglia dei Templari. Dal codice ombra d’obbedienza militare alla costruzione del processo per eresia” (Roma, Libreria Editrice Viella, 2001); “Il Papato e il processo ai Templari. L’inedita assoluzione di Chinon alla luce della diplomatica pontificia” (Roma, Libreria Editrice Viella, 2003); “I Templari” (Bolonha, Il Mulino, 2007); “Notizie storiche sul processo ai Templari” (in “Processus contra Templarios”, Cidade do Vaticano, Archivio Segreto Vaticano, 2007).

A Ordem nasceu em Jerusalém pouco depois da primeira Cruzada. Ela visava defender os cristãos na Terra santa. Seu nome era “Pobres Irmãos-Soldados de Cristo e do Templo de Salomão” porque instalaram sua primeira sede nas ruínas do palácio do rei-profeta. A Regra dos cavaleiros-monges foi aprovada pelo Concílio de Troyes em 1129. São Bernado de Claraval teceu um subido elogio do estilo de vida dos frades-soldados.

Rapidamente tornou-se a ordem mais poderosa e ilustre da Cristandade medieval. Era uma coluna que defendia militarmente as fronteiras da Cristandade e sustentava o combate contra o Islã invasor.

No ano de 1287 o jovem nobre Arnaut Sabbatier ingressou no Templo. Na cerimônia, Arnaut foi conduzido a um local só acessível para os monges-soldados do Templo. Ali foi-lhe mostrado um lençol de linho que tinha impressa a figura de Nosso Senhor. Ele a beijou ritualmente três vezes na altura dos pés. O documento está no processo contra os templários. Mas segundo Barbara Frale, tratava-se do Santo Sudário de Turim. O histórico, hoje muito estudado, da mais famosa relíquia da Cristandade abona a teoria.

Em 1978 o historiador de Oxford, Ian Wilson, reconstituiu o percurso do sagrado lençol, passando pelo saque da capela dos imperadores de Bizâncio durante a quarta cruzada em 1204. Entre as calúnias promovidas pelo rei da França estava a de adorar um misterioso “ídolo”: uma cabeça com barba. Mas Wilson concluiu que deveria se tratar, em verdade, do Santo Sudário. Para Wilson, os anos em que não se tem notícia do paradeiro do Santo Sudário correspondem ao período em que a relíquia foi custodiada no maior segredo pelos cavaleiros templários. Os templários, acrescenta Barbara Frale, promoveram liturgias especiais da sagrada relíquia. Eles tocavam elementos de seu hábito no Santo Sudário para pedir proteção contra os inimigos no campo de batalha.

A forma de devoção praticada pelo jovem templário Arnaut Sabbatier é idêntica à que praticou São Carlos Borromeu em 1578 quando a venerou em Turim seguindo os costumes dos dignitários do Templo. A agencia ACIPrensa destaca que os templários custodiaram o Santo Sudário para que não caísse nas mãos dos hereges do Oriente (heresias diversas) e do Ocidente (cátaros) que negavam que Jesus Cristo fosse verdadeiro homem. Os templários guardavam a santa relíquia numa urna especial que só permitia ver o rosto. A relíquia “era o melhor antídoto contra todas as heresias” pois nela pode-se “ver, tocar e beijar” o próprio pano encharcado de sangue que envolveu Nosso Senhor Jesus Cristo na sua sepultura.

É a prova mais evidente de sua Humanidade Santíssima e da veracidade de sua Paixão e Morte. “The Times” de Londres, assim como o diário “The Telegraph” relembraram que a relíquia, “desapareceu” para só reaparecer após o fechamento dos templários em Lirey, França, no ano de 1353. Ela formava parte do espólio do templário Geoffroy de Charney, queimado junto ao Grão Mestre da Ordem Jacques de Molay.

Desde então muitas imposturas tem circulado a respeito de falsas continuidades da Ordem do Templo, com ritos e iniciações esdrúxulas sem autenticidade. O auge dessas inépcias novelescas deu-se com o malicioso livro “O Código da Vinci” desprovido de toda seriedade.

Em 2003 a Dra Frale descobriu o Pergaminho de Chinon . O documento prova que o Papa Clemente V exonerou de culpa os templários. Porém, eles foram dispersos e seus bens apropriados indevidamente. A relíquia foi adquirida pela dinastia de Sabóia no século XVI. No século XX foi objeto de exigentes análises científicas que produziram um impressionante volume de dados que abonam sua autenticidade. Barbara Frale imposta seu livro de um ponto de vista histórico-arqueológico. Ela não entra em questões teológicas. Mas, seu trabalho suscita questões da mais alta importância… para o século XXI!

A única continuidade genuína dos templários foi a Ordem de Cristo, fundada em 14 de Março de 1319, a pedido do rei Dom Diniz de Portugal, por bula do papa João XXII. A nova ordem acolheu os últimos templários. As naus que descobriram o Brasil levavam a insígnia da Ordem de Cristo, estabelecendo uma ponte entre o País e os eventos que agora foram revelados.


Fonte: http://idademedia.wordpress.com/2009/05/10/53/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O verdadeiro Che Guevara e os idiotas úteis que o idolatram


Saiu um livro tentador, para nós conservadores e conluios da burguesia, que pela temática do livro, revela o verdadeiro Che Guevara por trás do mito. Muitos autores estrangeiros falaram romanticamente sobre Che Guevara, agora, nada como um filho da Ilha para confirmar fatos, sem romantismos idealizados. Aos interessados no livro, confiram o link abaixo.

www.erealizacoes.com.br