Esse testemunho epistolar de prova de amor à Igreja, que reproduzo logo abaixo, é de Santa Catarina de Sena. Na ocasião, a santa freira aconselha o Papa Gregório XI a tentar uma reconciliação com os florentinos, mas o que pretendo destacar neste trecho é seu valente clamor pela convocação da cruzada.
“Se agirdes dessa forma, meu doce pai, realizareis vosso desejo santo e a vontade divina da Cruzada. Em nome de Deus eu vos convido a realizá-la quanto antes, sem demora. Todos dela participarão com grande amor, dispostos que estão a dar a vida por Cristo. Ó meu Deus! Ó meu querido pai! Erguei logo o estandarte da cruz e vereis os lobos se mudarem em cordeiros.”
Fico pensando cá com meus botões, o que será que se passa na mente do nosso atual pai, o Papa Bento XVI? É inevitável pensar assim, frequentemente penso sobre isso e não é de hoje. E creio que não é a primeira vez que escrevo algo semelhante.
É claro que pedir ao Papa uma cruzada contra os muçulmanos que ainda perseguem os cristãos em países da Ásia e África, ao meu ver, seria um exagero! Não porque já não estamos mais na Idade Média, mas porque francamente faltam católicos. E cada vez mais, é sabido que a coisa tende a piorar.
Faltam santos, e creio que nunca conheci um em vida. E sinceramente, penso que nunca conhecerei. Falta uma mulher piedosa e corajosa como uma Santa Catarina de Sena. Jamais conhecerei uma mulher assim, uma católica assim.
E quando o nosso pai erquerá o estandarte da cruz, para que os lobos se mudem em cordeiros? Enquanto houver adesão da Santa Sé aos erros perniciosos gerados pelo Vaticano II, isso não será possível. O Padre Cacqueray da FSSPX frisa bem essa questão.
Nós vivemos uma situação muito diferente da que viveu Santa Catarina, sem dúvida. Alguns procuram se render à “autoridade” do Papa Bento XVI, outros procuram a “solução” no sedevacantismo, e outros simplesmente abandonam a fé. Enfim, todos estes buscam caminhos tortuosos para que possam (re)posar suas cabeças tranquilamente nos seus travesseiros e pensar com uma ilusória satisfação: “ah, o que importa o que venha ser solucionado e desvendado sobre a crise da Igreja no futuro? Importa sim o que eu criei para o meu próprio conforto no presente”.
Santa Catarina buscou fazer a vontade de Deus, e isso, no presente, é o que importa. Ela nunca se renderia a uma autoridade abusiva do Papa ou decretaria por meio de suas próprias conclusões, que o Papa fosse um herege. É esse equilíbrio na fé que falta a muitos católicos.
Trecho em aspas retirado do livro As Cartas-Santa Catarina de Sena da Editora Paulus, p. 115.
“Se agirdes dessa forma, meu doce pai, realizareis vosso desejo santo e a vontade divina da Cruzada. Em nome de Deus eu vos convido a realizá-la quanto antes, sem demora. Todos dela participarão com grande amor, dispostos que estão a dar a vida por Cristo. Ó meu Deus! Ó meu querido pai! Erguei logo o estandarte da cruz e vereis os lobos se mudarem em cordeiros.”
Fico pensando cá com meus botões, o que será que se passa na mente do nosso atual pai, o Papa Bento XVI? É inevitável pensar assim, frequentemente penso sobre isso e não é de hoje. E creio que não é a primeira vez que escrevo algo semelhante.
É claro que pedir ao Papa uma cruzada contra os muçulmanos que ainda perseguem os cristãos em países da Ásia e África, ao meu ver, seria um exagero! Não porque já não estamos mais na Idade Média, mas porque francamente faltam católicos. E cada vez mais, é sabido que a coisa tende a piorar.
Faltam santos, e creio que nunca conheci um em vida. E sinceramente, penso que nunca conhecerei. Falta uma mulher piedosa e corajosa como uma Santa Catarina de Sena. Jamais conhecerei uma mulher assim, uma católica assim.
E quando o nosso pai erquerá o estandarte da cruz, para que os lobos se mudem em cordeiros? Enquanto houver adesão da Santa Sé aos erros perniciosos gerados pelo Vaticano II, isso não será possível. O Padre Cacqueray da FSSPX frisa bem essa questão.
Nós vivemos uma situação muito diferente da que viveu Santa Catarina, sem dúvida. Alguns procuram se render à “autoridade” do Papa Bento XVI, outros procuram a “solução” no sedevacantismo, e outros simplesmente abandonam a fé. Enfim, todos estes buscam caminhos tortuosos para que possam (re)posar suas cabeças tranquilamente nos seus travesseiros e pensar com uma ilusória satisfação: “ah, o que importa o que venha ser solucionado e desvendado sobre a crise da Igreja no futuro? Importa sim o que eu criei para o meu próprio conforto no presente”.
Santa Catarina buscou fazer a vontade de Deus, e isso, no presente, é o que importa. Ela nunca se renderia a uma autoridade abusiva do Papa ou decretaria por meio de suas próprias conclusões, que o Papa fosse um herege. É esse equilíbrio na fé que falta a muitos católicos.
Trecho em aspas retirado do livro As Cartas-Santa Catarina de Sena da Editora Paulus, p. 115.