Os inimigos da Igreja vivem exaltando, louvando e glorificando ad semper “figuras” como Galileu e Giordano Bruno. Galileu, um astrônomo metido a sabichão e teólogo, e Giordano Bruno, um padre dominicano apóstata e herege. Essa “dupla” é reverenciada estupidamente, cegamente, pelos professores de cursinho e de faculdades como dois grandes mestres da ciência.
Galileu foi um pseudo-cientista que teve que se contentar apenas com a certeza da teoria do movimento da terra, teoria que não foi nem “descoberta” por ele e sim pelo também místico e herético Padre Copérnico. Todas as suas outras teorias, que tinham uma relação estreita com o misticismo renascentista, foram magistralmente refutadas pelo Colégio Romano dos jesuítas e os cientistas daquela época. Suas trapalhadas, físicas e metafísicas, podem ser encontradas neste livro aqui ou se preferirem, neste ótimo trabalho do site Montfort, que tem este livro como referência.
Giordano Bruno, assim como Galileu, defendia teorias alucinantes, quase sempre relacionadas à magia e o esoterismo. Há pelo menos uns três trabalhos acadêmicos interessantes, publicados na internet, que denunciam qual tipo de “ciência” foi usada por ele.
http://www.usp.br/siicusp/Resumos/16Siicusp/56.pdf
http://www.principios.cchla.ufrn.br/09P-128-135.pdf
E neste último, a autora define exatamente quem foi Giordano Bruno.
“Sua obra, ao contrário do foi interpretado pelos ilustrados do XVIII e positivistas do XIX, não refletem o conhecimento de um mártir da Ciência Moderna ou um revolucionário das idéias sociais. Ao contrário, são um tributo ao pensamento mágico e visionário, ao hermetismo na sua feição egípcia, ao neoplatonismo paracristão, ao cabalismo e esoterismo típicos da Renascença”.
Este trabalho pode ser baixado aqui
http://www.4shared.com/file/66062647/2f89aff6/A_TRADIO_HERMTICA_E_MGICA.html
Concluindo, Galileu e Giordano Bruno escreveram ou discursaram sobre “feitiçaria cientifica”, uma espécie de especulação mágica, algo assim como Darwin sobre sua seleção natural disfarçada de biologia. Qualquer bruxo contemporâneo poderia escrever coisas ridículas, e de fato, hoje em dia existem muitos paulos coelho, mas duvido muito que obtivesse o mesmo prestigio, a mesma honra, a mesma adulação que tiveram esses dois, a não ser, é claro, que escrevesse qualquer coisa “científica”, filosófica” ou “teológica” contra a Igreja.
Galileu foi um pseudo-cientista que teve que se contentar apenas com a certeza da teoria do movimento da terra, teoria que não foi nem “descoberta” por ele e sim pelo também místico e herético Padre Copérnico. Todas as suas outras teorias, que tinham uma relação estreita com o misticismo renascentista, foram magistralmente refutadas pelo Colégio Romano dos jesuítas e os cientistas daquela época. Suas trapalhadas, físicas e metafísicas, podem ser encontradas neste livro aqui ou se preferirem, neste ótimo trabalho do site Montfort, que tem este livro como referência.
Giordano Bruno, assim como Galileu, defendia teorias alucinantes, quase sempre relacionadas à magia e o esoterismo. Há pelo menos uns três trabalhos acadêmicos interessantes, publicados na internet, que denunciam qual tipo de “ciência” foi usada por ele.
http://www.usp.br/siicusp/Resumos/16Siicusp/56.pdf
http://www.principios.cchla.ufrn.br/09P-128-135.pdf
E neste último, a autora define exatamente quem foi Giordano Bruno.
“Sua obra, ao contrário do foi interpretado pelos ilustrados do XVIII e positivistas do XIX, não refletem o conhecimento de um mártir da Ciência Moderna ou um revolucionário das idéias sociais. Ao contrário, são um tributo ao pensamento mágico e visionário, ao hermetismo na sua feição egípcia, ao neoplatonismo paracristão, ao cabalismo e esoterismo típicos da Renascença”.
Este trabalho pode ser baixado aqui
http://www.4shared.com/file/66062647/2f89aff6/A_TRADIO_HERMTICA_E_MGICA.html
Concluindo, Galileu e Giordano Bruno escreveram ou discursaram sobre “feitiçaria cientifica”, uma espécie de especulação mágica, algo assim como Darwin sobre sua seleção natural disfarçada de biologia. Qualquer bruxo contemporâneo poderia escrever coisas ridículas, e de fato, hoje em dia existem muitos paulos coelho, mas duvido muito que obtivesse o mesmo prestigio, a mesma honra, a mesma adulação que tiveram esses dois, a não ser, é claro, que escrevesse qualquer coisa “científica”, filosófica” ou “teológica” contra a Igreja.