quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

In Off : The Rossi´s Dead Zone


  Ok, essa é a última de final de ano.  O blogue continua em recesso, mas ....algum leitor poderia me dizer o que Padre Marcelo Rossi tem "em comum" com o ator Antony Michael Hall? Acertou quem pensou: "Ambos atuam como videntes".  Para Antony Michael, nada incomum, ele é ator e ganha muito dinheiro para encarnar o vidente Johnny  Smith, personagem da série de TV The Dead Zone.  Para Padre Marcelo Rossi, também nada incomum, todavia, meu sensus fidei me diz que não ganha nem centavos de real para se iludir e fazer papel rídiculo frente à mídia. Mas atenção, meu sensus fidei não é infalível.

Ah, do que estou falando? Sim, Padre Marcelo Rossi agora diz que é vidente, ou melhor, ele diz que não é, mas que "a coisa" acontece quase sem querer, assim quando ele toca em alguém. Bom, já deu para perceber que o Padre não está brincando, como ele costuma brincar, seriamente, quando interpreta a dança da minhoquinha e do vira-vira.

Padre Marcelo: "Não sou vidente, Deus mostra. Você toca na pessoa e vê a imagem, você vê coisas que vão acontecer. Surge a qualquer hora e sai em oração. Eu sempre reluto, tento não falar nada a ninguém. Quando estou pondo as mãos, estou orando por ela. Toco nas pessoas e vejo o que vai acontecer. Se é bom aquilo que estou vendo, eu falo. Se é ruim, fico quieto, peço misericórdia. Sempre me preocupo com mulheres grávidas, por exemplo."

Analisemos cuidadosamente as entrelinhas do trecho da entrevista. 

Tá, esse papo de carismático "que vê coisas em oração" nós já conhecemos,  né Padre? Nada de novo debaixo do arco-íris de fantasias da RCC. Sobre a preocupação com mulheres grávidas, bem isso não é da tutela de Johnny, mas talvez da de Antony. Sobre a conversa fiada de relutar para não dizer a ninguém, nem vou comentar e ponto, fim da análise.

Fundamentalmente, a lição moral da história (ou estória) nos alerta, mais uma vez, sobre o perigo dessa seita em plena comunhão. Como a RCC faz mal à cuca das pessoas! Como faz estrago às almas! Até Padres com aparentemente boas faculdades mentais, deixam se levar pela porta de saída da realidade. A RCC tem essa capacidade de combinar ficção com loucura, substituindo fé e razão, respectivamente. É zona de morte  para a alma.

Leiam a noticia aqui

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Et Verbum Caro Factum Est



Et Verbum caro factum est et habitavit in nobis et vidimus gloriam eius gloriam quasi unigeniti a Patre plenum gratiae et veritatis

É com essa belíssíma imagem acrescentada com o evangelho de São João, que fecho as postagens do blogue deste ano, comunicando aos leitores, o recesso que se inicia a partir de agora. Desejo a todos um Santo Natal e, como costuma dizer um amigo meu, uma CRUZ enorme para carregar! Até o ano que vem!




quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Kit pró-gay da Comissão dos direitos humanos ameaça crianças brasileiras

 

A denúncia é do Deputado Jair Bolsonaro. Não morro de amores por ele, mas tenho que reconhecer que está fazendo um brilhante papel na Câmara dos deputados. Ao meu ver, ele é uma das pouquissímas exceções de politícos brasileiros que ainda têm alguma decência.

Ah, quero aqui agradecer o Theophilus pelo o envio da noticia.

Mais um livro-bomba que aborda os erros do Concílio Vaticano II



Depois de O Reno se lança no Timbre, Concílio Vaticano II: um discurso a fazer e Zibaldone,  eis que surge mais um livro-bomba para a "felicidade" dos radmoderns (radicais modernistas) e neoconservadores. O livro, escrito em língua italiana, se chama Concílio Vaticano II: uma história jamais contada.  O autor não só se propõe a mostrar as maracutaias dos modernistas (o que Ralph Wiltgen s.v.d. já fez no seu livro) mas também, de uma maneira mais crítica, procura enfocar sobre a "análise das discussões na Aula conciliar, escolhendo não se deter, ao invés, no trabalho das comissões preparatórias". (Citado do blogue Frates in Unum.)

É interessante notar que Roberto de Mattei reconhece e conclui (justamente como também pensava Romano Amerio) que o nefasto Concílio Vaticano II se trata realmente de uma ruptura com a tradição, e não uma continuação como quer a alta cúpula dos Ecclesia Dei.

Aguardemos sua tradução para a língua portuguesa.